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sábado, 23 de junho de 2012
Seco.
Porque hoje eu te vi. Porque vi você embaralhado, entre as bolhas da nossa expiração. Porque vi teus braços empurrarem a água que reluzia teu corpo, ah! teus ombros...Esse mesmo corpo que por tantas vezes se encostou no meu só prá se molhar. Porque hoje quando eu te vi, foi como se tivesse te visto desde ontem, e, desde ontem que te vejo aqui, seco.
terça-feira, 22 de maio de 2012
Pobre.
Pobre de quem com receio de desperdiçar lágrimas, enxuga poesias. Pobre de quem finge dormir tranquilo em busca de qualquer calor, qualquer um que tenha perdido-se no ar. Pobre de quem diante juramento diz somente sentir dor quando ninguém o toma ao leito, negando-se despertar quem já estava acordado. Pobre das palavras que passivas não me abandonam e de tão sinceras não se apaixonam.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
"Mais uma dose, é claro que eu tô a fim (Frejat)"
Fazia tempo que não deixava meus sonhos reinarem meus pesadelos. Sim, eu tive medo de mim.
"Os paraísos perdidos estão somente em nós mesmo" (Marcel Proust), eu costumava acreditar desde que li esta frase. Naquela época, cessou-se o sofrimento, o temor da perda, os desacordos, as decepções e consequentemente(?), aumentou meu consumo de café. Não sei ainda identificar se foi o sentimento da própria perda, do que nem existia, que me fez transformar ou o café em si. Café sem açúcar claro, mas cheio de afeto. Cada xícara agora, me traz os deliciosos sintomas da paixão. Isso eu descobri hoje, a mesma sensação de taquicardia "que faz perder o ar e a razão e arrepia o pelo da nuca"(Lenine), mãos que suam, dedos que tremem com suas pontas geladas, "é um não querer mais que bem querer"(Legião). É suficiente uma dose a mais para que a paixão volte, "minha cabeça perder teu juízo"( diria Caetano). Estou ciente do risco de apaixonar-me por uma xícara ou mais de café e sei também que ela não irá cantar-me palavras de amor, mas afinal, quem se importa? Para isso que existem diálogos como o de Casablanca, que agora soa-me como um belo tapa na cara: "Você me despreza, não é? Se eu pensasse em você, provavelmente o desprezaria.".
Um brinde de café preto, sem açúcar, à maior dor que existe: a dor do amor.
"Os paraísos perdidos estão somente em nós mesmo" (Marcel Proust), eu costumava acreditar desde que li esta frase. Naquela época, cessou-se o sofrimento, o temor da perda, os desacordos, as decepções e consequentemente(?), aumentou meu consumo de café. Não sei ainda identificar se foi o sentimento da própria perda, do que nem existia, que me fez transformar ou o café em si. Café sem açúcar claro, mas cheio de afeto. Cada xícara agora, me traz os deliciosos sintomas da paixão. Isso eu descobri hoje, a mesma sensação de taquicardia "que faz perder o ar e a razão e arrepia o pelo da nuca"(Lenine), mãos que suam, dedos que tremem com suas pontas geladas, "é um não querer mais que bem querer"(Legião). É suficiente uma dose a mais para que a paixão volte, "minha cabeça perder teu juízo"( diria Caetano). Estou ciente do risco de apaixonar-me por uma xícara ou mais de café e sei também que ela não irá cantar-me palavras de amor, mas afinal, quem se importa? Para isso que existem diálogos como o de Casablanca, que agora soa-me como um belo tapa na cara: "Você me despreza, não é? Se eu pensasse em você, provavelmente o desprezaria.".
Um brinde de café preto, sem açúcar, à maior dor que existe: a dor do amor.
domingo, 26 de junho de 2011
Nos seus próprios olhos.
Foi olhando nos teus olhos, olhando seu reflexo que percebia o quanto era intensa. Aquela simples experiência, despida de influências que lhe trouxeram toda a fluidez da transparência. Uma transparência que a alma vestida protege-se sem perceber. Quantos minutos teria para se encarar? Quanto tempo aguentaria encarar-se em frente ao espelho, espelho dos seus próprios olhos?
E assim, como ele sugeriu, despida de toda a futilidade, que naquele dia, passou quase uma hora em frente ao espelho, nua, olhando somente em seus próprios olhos, sentindo toda a dor e angústia de um corpo que pedia amor, descobrindo o quanto ainda tinha o que mostrar.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Traição.
Feita de conceitos próprios. Próprios de um mundo e culturas inventadas. De desejos reprimidos e ideias impróprias. Impessoais. O que é a traição? Traição dos sentimentos de alguém? Quem tem o direito de reprimir a si próprio, para suprir o sentimento alheio? Quando fecho a porta é que sei, porque aquele sentimento veio e porque ele teve que cair. Porque é quando fecho a porta, que consigo enxergar o tamanho que sou e o quanto não caibo em mim. Para, aquilo que eu não deveria ter encontrado. Não o que tem dentro de mim, muito menos ali escrito. Volto a acreditar que é tudo tão previsível. O que é a traição?
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Melhor ter sensibilidade que razão?
A lua. Começou pela minha fascinação pela lua. Eu sempre fui atraida por ela. Conectada, de alguma maneira inexplicável. Um silêncio de parentesco. Já cheguei até mesmo a achar que as estrelas, eram fogos de artifício disfarçados, para me lembrar o quanto eu sou feliz. Ela nunca me pediu para ficar. Toda a minha vida a encarei com uma solene reverência. Uma tespestade tempestuosa fabricada dentro de mim. Todo o fluxo, e o refluxo também. Representa o amor, a luxúria, o desejo. Tristeza e angústia. Força e esperança. Toda a minha resiliência. Nascimento e morte, minha imagem de mudança, referência equivalente a beleza enorme, refletido meu coração, na minha vida. Da minha própria vida. Fluxo do caleidoscópio da alma. Um espelho de quem fui, uma promessa ao que posso me tornar.Eu acho que mudei quando você entrou na minha vida. O tempo e a experiência me deixaram aspera. Eu aprendi a pegar, sem nada, sem ninguém. Mas depois que você entrou, por alguma razão eu não quero tê-lo. Aquele dia na cama, quando meu ouvido foi pressionado contra seu peito, as batidas do seu coração eram tão fortes que a vibração da tua voz nem ecoava. Você podia sentir isso também. Eu contei 23 marcas de nascença em seu estômago, rastreando com a ponta dos meus dedos. Você me olhava, sorria, tentava me beijar. Eu não sabia como lhe dizer. Como lhe dizer que era o único que podia me fazer sentir tão feliz e triste ao mesmo tempo, dizer como me sentia perdida. Dizer que estava tão apaixonada, que meu corpo tremia inteiro e que não conseguia entender porque você me amava. Você me mostra o que é o amor. Eu passei a maior parte da minha vida sem conseguir ver nada além da minha própria estupidez. Cheia de intenção em fechar o resto do mundo. Estranho até, não ter mais o controle, deliciosamente irracional e imaturo. E como tantas vezes disse a lua, por alguma razão eu quero ser melhor para você o tempo todo. E quero demais, querer você. Tão honesto como o quanto hoje eu posso te dizer isso.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Que?
Que os olhos sejam expressivos e o sorriso constrangedor.
Que o corpo seja quente e preferencialmente forte.
Que o abraço dure sempre no mínimo dois minutos, e que eu possa sentir toda a minha vontade nele.
Que os beijos sejam todos e desafiadores.
Que estejamos sempre molhados.
Que coma muita verdura e todas as besteiras do mundo sem nenhuma culpa.
Que tenha lido Camões por opção e não aceite Clarice com facilidade.
Que ame dormir com AC/DC e acordar com Sinatra dançando ambos.
Que adore um mistério e que tenhamos juntos, uma coleção deles.
Que pra ele, viajar seja sempre o melhor investimento. Mesmo, e muito à sós.
Que me questione diariamente e me derreta com argumentos verdadeiros.
Que fale a verdade, pois essa sim é minha. Deve acompanha-la com muita seriedade.
Que seja uma eterna criança e faça brincadeiras na piscina comigo. Sim, aquelas de procurar objetos e as de passar embaixo das pernas também.
Que chore sempre que necessário e aceite fazê-lo naturalmente.
Que seja intenso e muito suave. Curioso também.
Que me assuste com flores.
Que me procure somente quando tiver algo para me dizer. E que a intenção no que disser seja sempre genuína.
Que não demosntre caso sinta, ciúmes. Isso é uma grande falta de educação.
Que confie em mim apenas pelo que sou, odeio ter que provar algo para alguém. Isso é uma tremenda falta de respeito.
Que me ame assim, aceitando que muitos eus existem.
Que o corpo seja quente e preferencialmente forte.
Que o abraço dure sempre no mínimo dois minutos, e que eu possa sentir toda a minha vontade nele.
Que os beijos sejam todos e desafiadores.
Que estejamos sempre molhados.
Que coma muita verdura e todas as besteiras do mundo sem nenhuma culpa.
Que tenha lido Camões por opção e não aceite Clarice com facilidade.
Que ame dormir com AC/DC e acordar com Sinatra dançando ambos.
Que adore um mistério e que tenhamos juntos, uma coleção deles.
Que pra ele, viajar seja sempre o melhor investimento. Mesmo, e muito à sós.
Que me questione diariamente e me derreta com argumentos verdadeiros.
Que fale a verdade, pois essa sim é minha. Deve acompanha-la com muita seriedade.
Que seja uma eterna criança e faça brincadeiras na piscina comigo. Sim, aquelas de procurar objetos e as de passar embaixo das pernas também.
Que chore sempre que necessário e aceite fazê-lo naturalmente.
Que seja intenso e muito suave. Curioso também.
Que me assuste com flores.
Que me procure somente quando tiver algo para me dizer. E que a intenção no que disser seja sempre genuína.
Que não demosntre caso sinta, ciúmes. Isso é uma grande falta de educação.
Que confie em mim apenas pelo que sou, odeio ter que provar algo para alguém. Isso é uma tremenda falta de respeito.
Que me ame assim, aceitando que muitos eus existem.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
A gente pode.
Não tenho que usar a palavra amor. Amor às vezes assusta. Mas quem disse que isso é paixão? O significado dessa loucura, não sei dizer não. Todo esse tempo, como tempo, tem sido amistoso e o encaixe continua gostoso. Nem que eu tentasse lutar, seu olhar me suga, seu corpo me chama, seu cheiro me atrai... e o meu ao não te resistir me trai. Sua mão me desenha, nossa respiração anuncia. Se as circunstâncias te levam para longe, meu querer te traz pra dentro. Meu coração se enche de nós. Meus ouvidos pedem a sua voz. Minha mente procura sua lógica, que obviamente não existe. Não que seja bobeira, não que seja cegueira... eu tenho permissão para sonhar, e sendo assim, a gente pode se amar.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Não peço que me entenda. Apenas aceite.
Quando puder me entender, me entenda.
Quando não conseguir, me aceite.
Quando não aceitar o que digo ou faço, não ligue! Me ame ( na essência ).
Quando não conseguir, me aceite.
Quando não aceitar o que digo ou faço, não ligue! Me ame ( na essência ).
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
A minha Palavra.
Hoje eu quis inventar uma palavra nova. Uma que me ajudasse a explicar o que acontece aqui dentro e o que se passa lá fora. Não existe ainda alguma palavra que signifique isso. Já não sei se dentro e fora são diferentes, se o sentimento é só aqui. As vezes o significado aparece antes da palavra, mas nunca justifica os dois mundos. Como é que pode a gente sentir saudades daquilo que ainda nem viveu? Pois é, eu vivo sentindo. Sentindo saudades do que já existe dentro de mim, do que meus sonhos inventaram e nutriram, mesmo sem existir.
De onde vem essa mania de explicar o que não tem explicação, de entender o que não existe razão? Existem motivos que simplesmente não existem. Existem sentimentos que simplesmente aparecem. Existem coisas que simplesmente acontecem. E outras (coisas) que apenas são.
De onde vem essa mania de explicar o que não tem explicação, de entender o que não existe razão? Existem motivos que simplesmente não existem. Existem sentimentos que simplesmente aparecem. Existem coisas que simplesmente acontecem. E outras (coisas) que apenas são.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Pra falar de amor.
Porque todo mundo que fala de amor acha que é preciso estar no gerúndio? Quem foi que disse que é preciso estar amando? Não. Para falar de amor basta abrir a boca. Na verdade, para falar de amor é preciso menos ainda.
Quantas pessoas você não conhece que nem sequer coração tem, mas tem o dom da oratória? Com uma perspicácia incrível escolhem palavra por palavra, cheios de razão e emoção zero, até o primeiro idiota acreditar. Quantas vezes eu já me peguei acreditando, sem acreditar. Não quero ser incrédula ao sentimento alheio, mas as pessoas tem tratado sentimentos como algo fugaz, mesmo sem maldade, descartando pessoas como objetos. O show não é para sempre meu caro, isso definitivamente não se faz, mesmo porque, acredito que saiba por experiência própria que o ibope não dura uma vida. Pelo menos não no meu mundo. Quando os aplausos e a procura cessam, saem na busca, desesperados, pelos sentimentos dentro daquelas palavras que citaram anteriormente e a surpresa: carregam vícios e mais vícios na esperança de suprir o rombo existente. Atire a primeira flor quem nunca passou pelo ridículo. Atire todas as flores que você já deu. Nessa sociedade descartável, estamos todos dançando conforme a música. Inclusive eu. Inclusive você. Não, para falar de amor não é preciso ter boca, é preciso ter coração.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Noite.
Todos nós conhecemos noites perfeitas. Eu definitivamente conheci várias delas. Umas, porque os acontecimentos eram grandes, outras porque tinham muito amor, outras porque o céu era lindo, companhias perfeitas.... agora, existem umas, que assimilamos apenas alguns dias depois. Acredito que elas próprias nem saibam o que significam. Nós acabamos sempre achando que essa ou aquela foi a melhor de todas. Classificamos cada qual, de acordo com nossas necessidades mais urgentes. E nossas necessidades vivem mudando. Incrível como elas são capazes de se transformar apenas com um olhar. E que poder que um olhar tem. Vindo de olhos perfeitamente verdes então, parece até magia. Apertar suas mãos, beijar sua boca bem devagarinho, sentir seu corpo encostado ao meu de forma tão natural foi suficiente para fazer daquela noite uma dessas tão especiais.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Eu quero um amor novo. De novo.
Estou com medo! Estou com um medo do caralho! É tudo perfeito demais, lindo demais, gostoso demais...eu sei que é você e claro que a culpa é minha. E isso está me deixando tremendamente assustada. Algo deve estar errado. Nada pode ser perfeito o tempo todo. Ninguém é tão bom o tempo todo. Eu fujo, finjo, corro, ligo. Depois de tudo aquilo, daquela tarde. Meu Deus, como somos frágeis. Só quem se ama sabe o que aquilo significou. Agente sempre soube. E lá vem as porras das escolhas novamente. E eu continuo fugindo. Você sempre foi tudo aquilo. E eu continuo fugindo. Mas fujo porque eu não vou te ver. Porque não fui eu quem escolheu você. Eu quero ama-lo e não posso. Quero beija-lo e não posso. Eu quero simplesmente te esquecer e ainda não posso. Porque então você não some do meu pensamento? Já que não podemos nada, eu quero que você desapareça da minha mente, suma e somente volte quando puder vir me ver. A fragilidade é mesmo uma merda e eu estou quebrada por dentro desde aquele dia. Não existe espaço dentro do meu coração para mais nada e eu cansei de desejar que seja feliz com ela. Você não é feliz mesmo. Já provou muitas vezes. Então quero que simplesmente não apareça mais na minha imaginação. Será que nunca mais vai acontecer? Não quero nem saber dessa história de outras vidas, alma gêmea é o caralho eu quero você aqui, agora e não na vida que vem. Não sou mimada coisa nenhuma e já esperei o suficiente. Senti o suficiente. Chorei mais do que eu devia. Passei por tudo aquilo sozinha, e você lamentou. Não quero seu lamento. Quero seu colo quente, seu abraço mais sincero. Até quando isso vai durar? Se pelo menos o medo não estivesse presente, eu poderia até experimentar o que é isso de novo... mas eu estou literalmente morrendo de medo, porque ainda te experimento a cada dia, a cada dia lindo e horrível também. Te amo ainda, mas desejo do fundo do meu coração que suma da minha imaginação pelo menos, até voltar.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Agora ele é quem te quer
Não foi meu coração quem escolheu você. Não foi ele quem trouxe esse arrepio que muda a temperatura do meu corpo em um instante. Fui eu quem através dos outros escolhi você. Escolhi você uma e outra vez. Seu rosto, seu cheiro, sua pele, seus pés, suas mãos. O que são as suas mãos? Claro que fui em quem te escolhi. Eu sempre soube que você era demais. Demais, eu adoro sua loucura, seu olhar ridículo. Como você é ridículo e fui eu que te escolhi. Eu te escolho todos os dias que acordo e quero sua voz. Essa voz que martela insuportavelmente seu ponto de vista, que gera tempestade e alimenta esse furacão. Meu coração jamais te escolheria. Ele tem medo como você. Medo porque somos preciosos e especiais demais para que um coração escolha. Corações escolhem ilusões, jamais certezas. Grita, chora, se desespera e sofre. Eu escolhi ser feliz e escolhi você feliz. Porque a parte boa você traz completa, colorida, saudável. Quero você quente, vaporoso, meu pior e melhor amigo. Meu coração agora te quer, mesmo sem ter te escolhido.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Como parecer um louco na sociedade moderna
Recebi este e-mail já faz um tempo e minha amiga Tiéle me ajudou a lembrar dele hoje, então resolvi compartilhar! Amoooo!!!
"Não sabe mais o que fazer para as pessoas acreditarem que você é louco de pedra? Nosso prático guia Como parecer um louco na sociedade moderna, sucesso de vendas em mais de 70 países, ajudará você nesta difícil missão : "
No elevador
▪ Quando houver só uma pessoa no elevador, de um tapinha no ombro dela e finja que não foi você.
- Aperte os botões do elevador e finja que eles dão choque. Sorria e faça de novo.
- Se ofereça para apertar os botões para os outros, mas aperte os botões errados.
- Segure a porta e diga que está esperando por um amigo. Depois de um tempo, deixe a porta fechar e diga: "Olá Zé! Como vai você?".
- Deixe cair sua caneta e espere até alguém se oferecer para pegá-la, então grite: "Ei, é minha!".
- Traga uma câmera e tire fotos de todos no elevador.
- Traga uma mesa para dentro do elevador e quando alguém entrar, pergunte se marcaram hora.
- Leve um Banco Imobiliário e pergunte para as pessoas se elas querem jogar.
- Deixe uma caixa no canto, e quando alguém entrar, pergunte se elas ouviram um tique-taque.
- Finja ser uma aeromoça e revise os procedimentos de emergência com os passageiros.
- Pergunte: "Você sentiu isso?".
- Fique bem perto de alguém, fungando seu cangote de vez em quando.
- Quando a porta se fechar, fale: "Tudo bem. Não entrem em pânico. Ela abrirá novamente".
- Mate moscas que não existem.
- Diga às pessoas que você pode ver sua aura.
- Grite: "Abraço grupal", então force-as.
- Faça caretas dolorosamente enquanto bate na sua testa e murmure: "Calem a boca, todos vocês, calem a boca!".
- Abra sua pasta ou bolsa, e enquanto olha dentro, pergunte: "Tem ar suficiente aí dentro?"
- Fique quieto e parado no canto do elevador, encarando a parede.
- Encare outro passageiro por um tempo, e grite com horror: "Você é um deles!" e recue devagar.
- Coloque uma marionete na mão e use-a para falar com os outros.
- Escute as paredes do elevador com seu estetoscópio.
- Faça barulhos de explosão quando alguém apertar um botão.
- Encare outro passageiro por um tempo, e fale: "Estou usando meias novas".
- Desenhe um pequeno quadrado no chão com giz, e diga para os outros: "Este é o meu espaço".
No dia a dia
- No canhoto de todos os seus cheques escreva "Referente a favores sexuais".
- Dirija com a cabeça para fora da janela, imitando um cachorro.
- Pergunte às pessoas de que sexo elas são e ria histericamente depois que elas responderem.
- Quando estiver em um drive-thru, insista que o pedido é para viagem.
- Dê boa noite aos apresentadores do telejornal.
- Vá a um recital de poemas e pergunte por que os poemas não rimam.
- Com cinco dias de antecedência, avise seus amigos que você não pode ir à festa deles porque não está no clima.
- Sempre que sair do cinema, chore muito e diga que é um absurdo o personagem principal ter morrido.
- Em filmes de terror, grite histericamente e agarre as pessoas da fileira da frente.
- Quando for beber água, dê a primeira golada e depois cuspa gritando que ela está fervendo.
- Ligue para algum serviço de auto-ajuda e não fale nada.
- Quando sair dinheiro do caixa eletrônico, grite: "Ganhei! Ganhei!" e saia pulando de felicidade.
- Ao sair do zoológico, corra na direção do estacionamento gritando "Salve-se quem puder, eles estão soltos!".
- Na hora do jantar, anuncie para os seus filhos: "Devido à nossa situação econômica, teremos de mandar um de vocês embora".
- Cante junto na ópera.
- Todas as vezes que você vir uma vassoura, grite "Amor, sua mãe chegou!".
No trabalho
- No seu horário de almoço, sente-se no seu carro estacionado, coloque seus óculos escuros e aponte um secador de cabelos para os carros que passam. Veja se eles diminuem a velocidade.
- Insista com a tecnologia que o seu e-mail deve ser: Xena.Princesa.Guerreira@empresa.com.br ou Elvis.O.Rei@empresa.com.br
- Sempre que alguém lhe pedir para fazer alguma coisa, pergunte se quer que fritas acompanhem.
- Encoraje seus colegas de sala para fazer uma dança de cadeiras sincronizada com você.
- Coloque a sua lata de lixo sobre a mesa e escreva "Entra" nela.
- Desenvolva um estranho medo de grampeadores.
- Coloque café descafeinado na máquina de café por três semanas e quando todos tiverem superado o vício da cafeína, mude para expresso.
- Sempre que alguém lhe falar alguma coisa, responda com "isso é o que você pensa".
- Termine todas as suas frases com "de acordo com a profecia".
- Ajuste a brilho do seu monitor para o que o nível dele ilumine toda a sala e insista com os outros que você gosta desse jeito.
- Não use pontuações em emails e memorandos.
- Sempre que possível, pule em vez de andar.
- Descubra onde o seu chefe faz compras e compre exatamente as mesmas roupas. Use sempre as mesmas roupas exatamente um dia depois que o seu chefe usar. Isso é especialmente efetivo se o seu chefe for do sexo oposto.
- Mande e-mails para o resto da empresa para dizer o que você está fazendo. Por exemplo: "Se alguém precisar de mim, estarei no banheiro, na terceira casinha."
- Coloque uma tela de mosquitos ao redor do seu cubículo. Toque um CD com sons da floresta durante o dia inteiro.
- Faça seus colegas de trabalho lhe chamarem pelo seu apelido: "Duro na queda".
- Grite com o seu chefe para ele calar a boca e antes que ele diga qualquer coisa, fale suavemente para ele: "não é com você...são as vozes na minha cabeça".
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Do jeito que agente quer
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Para os meus amigos!
BONS AMIGOS
Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.
Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.
Amigo a gente sente!
Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.
Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.
Amigo a gente entende!
Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar.
Porque amigo sofre e chora.
Amigo não tem hora pra consolar!
Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade.
Porque amigo é a direção.
Amigo é a base quando falta o chão!
Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.
Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.
Ter amigos é a melhor cumplicidade!
Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!
Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.
Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.
Amigo a gente sente!
Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.
Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.
Amigo a gente entende!
Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar.
Porque amigo sofre e chora.
Amigo não tem hora pra consolar!
Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade.
Porque amigo é a direção.
Amigo é a base quando falta o chão!
Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.
Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.
Ter amigos é a melhor cumplicidade!
Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!
Machado de Assis

terça-feira, 9 de novembro de 2010
Um breve pensamento sobre a literatura.
Como alguém tem coragem de escrever textos e publicar sem o menor cuidado?
A literatura sempre foi a minha paixão. Paixão mesmo, aquela louca que tira agente do chão, e que esvazia o cérebro. Esvazia de todos os meus próprios sentimentos fazendo com que eu praticamente viva o que está ali. Quantas vezes me peguei no meio do dia, procurando personagens, vivendo histórias. Sempre a tratei com imenso respeito e, conheço escritores que definitivamente vivem enredados nela. Parecem não ter vida própria, uma individual, separada de suas loucas declarações. A literatura não é para qualquer um.
Ela muitas vezes, é a forma como expressamos sentimentos verdadeiros disfarçados em personagens, e sim, pretensiosamente. Quem diz que não, acredito que talvez nem saiba.
Acho uma tremenda falta de respeito de quem escreve e não tem o mínimo cuidado com a ortografia, digitação, letra.
Imagine se Joyce, Homero, Kafka, Dostoiévski, Nietzsche ou qualquer outro grande, não tivessem tido o cuidado, o amor, o carinho, o respeito e simplesmente tivessem passado seus textos de qualquer jeito, ansiosos e desmedidos.
Uma vez conversando a respeito disto com um professor, eu podia ver dentro dos seus olhos o amor que a literatura faz transbordar, como ele a defendia... quem conhece sabe do que estou dizendo.
A literatura é parte de uma vida, é trabalho sonhado, sentido desmedido, é a mais pura confissão.
Me admira muito quem tenha a coragem de publicar o que escreve, sem sequer cuidar da estética.
Uma falta de respeito principalmente, com a sua própria história!
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Depende
Afinal, o que é a dependência?
Em diversas fases da nossa existência, passamos por processos em que nos deparamos com ela. Quando nascemos, por exemplo, não possuímos habilidades suficientes para nos virar sozinhos e, acabamos dependendo de adultos para executar ou nos intermediar na maior partes das funções tais como comer, nos locomover, nos expressar, etc.
Durante toda a infância, apesar de com o tempo conseguirmos fazer algumas coisas sozinhos, não temos total autonomia sobre nossas vidas, acabamos precisando que alguém nos ajude a manter a nossa sobrevivência.
Na fase adolescente, essa, a máxima da rebeldia, aonde queremos que todos acreditem que podemos tudo, que estamos libertos e que somos independentes, ainda nos deparamos com a dependência financeira, a qual, até conseguirmos a nossa primeira fonte de renda, nos impede de cortar literalmente o cordão umbilical familiar.
Porém, existe uma maioria que passa por todo esse início da vida e permanece com essa ideia para sempre, acomoda-se, menospreza suas potencialidades e transfere as suas responsabilidades para os outros. Alguns, acreditam ter a tão famosa independência, mas referem-se na maioria das vezes ao fator financeiro, que claro é importante, porém, não supre a independência emocional, vivem dependendo de algo ou alguém para ser feliz.
Certamente, todos dependemos de alguma forma de algo ou alguém para nos ajudar a crescer, a interagir com o mundo e viver nele. Nestas relações de interdependência, precisamos cuidar para não alimentar dependências desnecessárias que acabam impedindo nosso crescimento individual e nos tornando pessoas livres para pensar, agir e ser como nós mesmos e não um plágio do que o mundo aceitaria ou impõe. Lembrando sempre, que mesmo nos momentos em que nos libertamos de certas situações, existiram pessoas que nos apoiaram e estiveram presentes.
sábado, 30 de outubro de 2010
Os segredos do olhar.
Olhar nos olhos. Está aí uma atitude que sempre me intrigou.
Gosto muito de olhar nos olhos das pessoas e sinto-me extremamente incomodada quando não sou correspondida. Porém, em algumas situações, sinto meu olhar travar, como se tivesse mesmo uma vida própria, uma espécie de receio e me impede de permanecer. O que será que acontece?
Fui tentar entender, e descobri uma pesquisa britânica curiosa sobre o assunto.
Jones, o chefe de uma equipe de investigação britânica, feita com cerca de duzentas pessoas, concluiu através de imagens expostas a elas, que " As pessoas gostam mais de rostos com um olhar direto do que daquelas que desviam o olhar. Uma maioria, desvia o olhar ao sorrir." As pessoas são atraídas por quem se sente atraído por elas.
Assim, concluiram que um olhar nos olhos acompanhado de um sorriso aberto tornam uma pessoa oito vezes mais atraente.
Na minha opinião, o olhar é fertilidade, os relacionamentos nascem dos olhos. Na relação sexual por exemplo, o olhar é uma fonte autêntica de prazer. O homem gosta de olhar, abraçar com sua visão. A mulher curte ser olhada, penetrada em seus atributos,encantando tudo ao seu redor com sua exibição. Um bom olhar é pura potência, explosão de gestos, vidas, atitudes, mundos. Alguns parceiros preferem não revelar seu prazer ao outro e evitam se olhar durante o orgasmo, como se os olhos do outro fossem reprimir ou restringir o prazer. Está aí um sintoma do olhar negativo, capaz de não expandir o amor. Um bom olhar tende a aumentar a loucura, criar e não fechar espaços.
No Ensaio sobre a Cegueira, José Saramago, nos instrui: " Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara..." E por aí vai...
Que medo é esse que temos?
Medo de existir no próprio corpo, medo de não ser aprovado? Medo de sair da bolha?
Não por acaso, todas as metáforas sobre "zelar pela própria vida" usam o mesmo símbolo, nosso tabu social: o corpo humano...olhar para o próprio umbigo, cuidar do próprio nariz.
Uma explícita atitude de reserva.
De todas as partes do corpo humano usadas para transmitir informação, os olhos refletem os matizes mais sutis. O primeiro contato que geralmente fazemos com as pessoas é através dos olhos. Comigo já aconteceu de bastar um olhar, para iniciar uma relação ou terminá-la, escolher ou rejeitar algo, alguém.
Os músculos dos olhos são maravilhosamente sutis, razão pela qual acredito que cada olhar é distinto do outro. A intenção de se comunicar por meio do olhar é mais reveladora quando se faz inconscientemente, é muito atraente. Quando desviamos o olhar, acredito que o fazemos em uma circunstância à qual não estamos acostumados, onde um olhar fixo tornar-se-ia incômodo.
Repare como a maior parte das pessoas desvia o olhar imediatamente antes ou depois de haver dito uma em cada quatro frases. Alguns, fazem no início ou na metade da frase. Ao terminar de falar, a metade das pessoas olha seu interlocutor.
Dizem que desviar o olhar durante uma conversação pode ser um meio de ocultar algo, se acreditarmos que é o contexto que determina o significado dos olhares. Eu noto mais a importância do olhar quando alguém se nega a me olhar nos olhos e não consigo perceber se lhe interesso ou se lhe importa a mensagem que desejo transmitir-lhe.
Acredito que se alguém me olha e me surpreendo, ou sinto-me incomodada, algo está acontecendo.
O distanciamento do olhar está associado à intenção de ocultar a intensidade de uma emoção ou de um sentimento. Às vezes, a ausência de contato visual dá a impressão de isolamento.
Sinto um forte desagrado se alguém se comunica comigo evitando olhar em meus olhos.
Minha avó já diria: " Filha, se fulano ou ciclana não olha em seus olhos, esqueça, está mentindo ou te escondendo algo "
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